A maior parte das pessoas acha que, nas férias, se comermos mais livremente, teremos uma maior dificuldade em emagrecer, posteriormente.
Eu considero que seja o oposto, ou seja, acho que devemos, sim, aproveitar as férias para comer coisas que não fazem parte do nosso dia-a-dia e que é este descanso e desvio (não radical) da rotina que nos dará força para voltarmos ao habitual.
Neste momento do ano, as férias já terminaram para a maioria das pessoas e, por isso, no presente só temos é de voltar aos hábitos de vida equilibrados, que nos permitem ter energia e manter o peso de que gostamos, o resto do ano.
Se retomar as suas refeições variadas, equilibradas e saudáveis e complementar com exercício físico, pode relaxar que o peso voltará ao normal, rapidamente.
Tenha um fantástico fim-de-semana, e um ótimo regresso ao trabalho!
Nesta altura do ano, perguntam-me muitas vezes se, por irem de férias, vão engordar. Percebo o receio, uma vez que as mudanças no dia-a-dia são grandes, mas esta associação não tem necessariamente de existir.
Nós engordamos pelo somatório de dias em que comemos mais do aquilo que gastamos, e não apenas por uma escolha de um dia isolado. Por isso, se não quiser aumentar de peso durante as férias, tem de cumprir os seguintes passos:
– Aumente a frequência do exercício físico;
– Priorize a carne e e peixe, sobretudo ao almoço, e menos os acompanhamentos;
– Faça jantares mais leves, para garantir uma melhor digestão e qualidade de sono;
– Caso vá jantar fora algum dia (ou vários), almoce algo mais leve, como por exemplo, ovos (cozidos ou mexidos) com salada. Será suficiente e já terá um pouco mais de margem para a refeição do jantar.
Sobretudo, quero que desfrute das suas férias, que são sempre merecidas.
Hoje vamos falar do horário das refeições e da sua influência na saúde e no peso.
Durante muito tempo pensava-se que o importante era apenas o número de calorias, mas a verdade é que hoje temos evidência científica que comprova que a composição das mesmas, quando e o que comemos a determinadas horas, é tão ou mais importante!
Se comermos mais ao pequeno-almoço e almoço, e fizermos um jantar mais leve e mais cedo, fazendo assim um padrão de descanso (de alimentos) noturno de 12 horas, isto não só nos ajudará a emagrecer como nos ajudará a nível cardiovascular, gestão glicémica, controlo do colesterol, problemas gastrointestinais e o nosso padrão de sono será, também, bastante melhor.
Não é difícil! Faça esse esforço e tenha um fantástico fim-de-semana.
Acredito que a pergunta que, na verdade, devemos fazer é “qual o exercício ideal para sermos mais saudáveis?”. O exercício ideal é aquele que conseguirmos realizar de forma regular, caso contrário, de nada vale ter o melhor treino programado, se depois não o conseguimos cumprir.
O primeiro passo é percebermos se estamos, realmente, dispostos a fazer alguns sacrifícios e esforços pelo bem da nossa saúde. Se estivermos dispostos a isso, o passo seguinte é tornar o exercício uma das nossas prioridades e tomar a iniciativa de começar.
O ideal é sempre intercalar exercício cardiovascular, como uma caminhada ou bicicleta, com exercícios de força. Desta forma, aumentaremos a massa muscular, contribuindo para um maior gasto calórico e para um melhor funcionamento do nosso corpo.
O sedentarismo afeta 78% dos portugueses, ou seja, são pessoas que fazem quase nenhuma ou mesmo nenhuma atividade física. O sedentarismo é a causa de várias doenças, tais como a diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão, obesidade e cancro.
Se quer melhorar a sua saúde, 30 min de atividade física, 5 dias por semana será o suficiente, no entanto, se quer perder peso, faça 50 minutos diários, os 7 dias da semana.
Acima de tudo, seja mais ativo e mova-se sempre que puder, seja a falar ao telefone ou optando pelas escadas e não pelo elevador. A sua saúde e o seu peso irão agradecer.
O equilíbrio alimentar não consiste numa dieta standard, com uma percentagem fixa de hidratos de carbono, proteínas e gorduras para todos, mas sim numa dieta individualizada.
Uma pessoa que tenha uma profissão mais intensa, que requeira trabalho manual, necessitará de uma maior quantidade de hidratos de carbono (complexos e não de qualquer tipo), comparativamente com uma pessoa cuja profissão implique estar sentado o dia todo. Neste caso, o consumo de hidratos de carbono terá de ser muito menor e o consumo de proteínas deverá atingir, no mínimo, 1g por quilo de peso, por dia.
Desta forma, uma dieta equilibrada é aquela que é a mais adequada para cada pessoa e, por isso, é fundamental que seja um médico e/ou nutricionista a recomendá-la e adaptá-la para si.