Vitamina D: novas descobertas

Vitamina D: novas descobertas

Vitamina D: novas descobertas

Mais do que uma Vitamina, podemos considerá-la como um sistema hormonal complexo.
Atua sobre a expressão de mais de 300 genes que controlam processos chave do nosso organismo.
Estes genes influenciam:
– a tensão arterial;
– a defesa contra bactérias e vírus;
– o sistema inflamatório;
– o sistema imunológico;
– a resistência à insulina;
– a absorção de cálcio;
– entre outros…

A inclinação solar, durante os meses de Inverno, faz com que a absorção da Vitamina D não seja tão estimulada e, para além disso, o estilo de vida atual, da maioria da população, tem contribuído para aumentar ainda mais a carência desta vitamina. De forma a contrariar este défice, garanta a exposição solar, sem protetor solar, durante 15 minutos por dia.

Vários estudos recentes confirmam uma relação entre baixos níveis de Vitamina D e o aumento da mortalidade por cancro de cólon e mama. Também se concluiu que a manutenção de uma dose adequada desta vitamina ajuda a travar a “tormenta” (libertação exagerada) de citocinas, em casos de covid, que tem provocado milhares de mortes.
Ter valores óptimos de Vitamina D, melhora a hipertensão, os diabetes, a fertilidade e a microbiota intestinal.

Os níveis de Vitamina D devem estar sempre acima de 30ng/ml, no entanto, em excesso também não são benéficos. Desta forma, a sua suplementação apenas deve ser feita com aconselhamento e prescrição médica.

Tenha um fantástico e solarengo fim-de-semana!

Viver mais e com mais saúde!

Viver mais e com mais saúde!

Viver mais e com mais saúde!

O processo de envelhecimento é inevitável mas é possível viver mais tempo e com melhor qualidade de vida.

Para que isso seja possível, há 10 pontos que são fundamentais:
– Ter mais contacto com a natureza;
– Comer menos quantidade, maior qualidade e fazer jejum noturno de, pelo menos, 12 horas;
– Ter uma microbiota saudável (através de alimentos ou suplementos prebióticos e probióticos);
– Evitar o consumo de açúcar;
– Garantir uma boa higiene do sono;
– Ser ativo fisicamente;
– Controlar o consumo de álcool e evitar o tabaco;
– Garantir uma boa hidratação;
– Ter vida social (estimula a mente);
– E o mais importante, ter bom sentido de humor, até no processo de envelhecimento;

Não se esqueça que nunca é tarde para iniciar este processo, mas quanto mais cedo o fizer, melhor.

Tenha um fantástico fim-de-semana!

Será que todos os hidratos de carbono engordam?

Será que todos os hidratos de carbono engordam?

Será que todos os hidratos de carbono engordam?
Todos os alimentos que têm quilocalorias, têm o poder de engordar. Mas a realidade é que, das quilocalorias de um alimento, o nosso organismo apenas absorve uma parte.
No caso dos hidratos de carbono, existe o chamado índice glicémico, sendo que o valor mais alto (100) corresponde ao açúcar de mesa, presente em todos os bolos ou doces. Este é o tipo de hidratos de carbono que mais engorda.
Para além disso, quanto menos fibra um alimento tiver, mais este será absorvido.
Com isto, opte por hidratos de carbono complexos e ricos em fibra, e não se esqueça que todas as verduras e o tomate são hidratos de carbono, no entanto, pela quantidade de fibra que têm, praticamente não engordam.
Coma também as frutas inteiras e não em sumos, para não perderem a fibra.

Agora só me falta felicitar o meu filho e colega de trabalho, Eduardo, pelo seu 30° aniversário (hoje não vai ser um dia de dieta) e desejar-vos a todos um fantástico fim-de-semana!

Será que todas as gorduras engordam de igual forma?

Será que todas as gorduras engordam de igual forma?

Será que todas as gorduras engordam de igual forma?
A realidade é que, quando falamos em gorduras, associamos logo à ideia de que todas engordam muito, mas não é bem assim. Uma grande parte das gorduras são estruturais e são necessárias para a formação de tecidos, como por exemplo as paredes das células nervosas. Este tipo de gorduras, a não ser que abusemos da sua quantidade, não vão engordar e são benéficas para a saúde.
O outro tipo de gorduras, não estruturais, é que devem ser evitadas porque se depositam diretamente no tecido subcutâneo e/ou intra-abdominal, como é o caso de algumas gorduras saturadas e, principalmente, as sintéticas, como as trans ou hidrogenadas. Estas contribuem mais facilmente para o aumento de peso e, para além disso, são prejudiciais para a saúde.

Tenha um fantástico fim-de-semana (sem gorduras industriais)!

Devemos contar calorias?

Devemos contar calorias?

Devemos contar calorias?
A resposta é clara, contar não, mas controlar sim.

Então mas porque é que não devemos contar calorias?
A verdade é que há uma grande diferença entre as quilocalorias de um alimento e as quilocalorias que realmente aproveitamos, devido ao processo de digestão, absorção e metabolização.
Por exemplo, se um alimento é rico em proteínas, a sequência desses processos requer muita energia para ocorrer, logo, as quilocalorias finais vão ser bastante inferiores àquelas que o alimento apresenta. Por outro lado, se um alimento for rico em gorduras, os mesmos processos vão solicitar menos energia, e no caso dos carboidratos ainda menos, havendo pouca diferença entre o valor calórico do alimento e o que é realmente absorvido.

Desta forma, sabemos que alimentos ricos em carboidratos e, pior ainda, bebidas alcoólicas, têm quase o dobro da capacidade de nos fazer aumentar de peso, comparativamente com alimentos ricos em proteínas.

Sem dúvida que ter uma alimentação saudável, variada e natural, e praticar exercício físico, de forma regular, é o caminho para a saúde e para um maior controlo do peso.

Tenha um fantástico fim-de-semana!

Marque uma Consulta Onine >