Existem algumas atitudes e comportamentos que nos fazem ter mais energia e ter uma vida mais equilibrada, tais como ler, agradecer, meditar, comer de forma saudável, ter contacto com a natureza, fazer exercício físico, garantir uma boa hidratação, dormir bem e ter metas e objetivos na nossa vida.
Por outro lado, existem também atitudes e comportamentos que nos tiram energia, tais como o sedentarismo, tempo excessivo nas redes sociais, pensar demasiado em determinados problemas, desorganização, comer de forma não saudável, “viver no passado”, não dedicarmos tempo a nós mesmos, e não ter definidas, de forma clara, as metas e objetivos de vida.
Pense em si, cuide de si, organize-se, valorize-se, e verá que a vida irá correr muito melhor.
Atualmente, as nossas vidas são muito sedentárias, mas o pequeno almoço é, culturalmente, muito associado ao consumo de hidratos de carbono, como, por exemplo, pão branco, cereais, bolachas e alguns doces. Este tipo de alimentos dão-nos um pico alto de energia que, rapidamente, pela alta descarga de insulina, o nosso corpo transforma numa hipoglicemia. Consequentemente, de modo a que o nosso organismo consiga normalizar os níveis de açúcar no sangue, o apetite e a vontade de comer aumenta, para que possamos ingerir mais alimentos. É por esta razão que, sempre que ingerimos alimentos ricos em açúcar e hidratos de carbono, o período de saciedade é muito reduzido.
Deste forma, o pequeno-almoço ideal deve ser composto por alimentos ricos em:
– proteína (ovos, lácteos, salmão, atum);
– gorduras de qualidade (kefir, abacate, frutos secos, azeite);
– fruta (em peça e não em forma de sumo ou batidos).
Ficaremos saciados muito mais tempo.
Tenha uma fantástico e equilibrado fim-de-semana!
Mais do que uma Vitamina, podemos considerá-la como um sistema hormonal complexo.
Atua sobre a expressão de mais de 300 genes que controlam processos chave do nosso organismo.
Estes genes influenciam:
– a tensão arterial;
– a defesa contra bactérias e vírus;
– o sistema inflamatório;
– o sistema imunológico;
– a resistência à insulina;
– a absorção de cálcio;
– entre outros…
A inclinação solar, durante os meses de Inverno, faz com que a absorção da Vitamina D não seja tão estimulada e, para além disso, o estilo de vida atual, da maioria da população, tem contribuído para aumentar ainda mais a carência desta vitamina. De forma a contrariar este défice, garanta a exposição solar, sem protetor solar, durante 15 minutos por dia.
Vários estudos recentes confirmam uma relação entre baixos níveis de Vitamina D e o aumento da mortalidade por cancro de cólon e mama. Também se concluiu que a manutenção de uma dose adequada desta vitamina ajuda a travar a “tormenta” (libertação exagerada) de citocinas, em casos de covid, que tem provocado milhares de mortes.
Ter valores óptimos de Vitamina D, melhora a hipertensão, os diabetes, a fertilidade e a microbiota intestinal.
Os níveis de Vitamina D devem estar sempre acima de 30ng/ml, no entanto, em excesso também não são benéficos. Desta forma, a sua suplementação apenas deve ser feita com aconselhamento e prescrição médica.
O processo de envelhecimento é inevitável mas é possível viver mais tempo e com melhor qualidade de vida.
Para que isso seja possível, há 10 pontos que são fundamentais:
– Ter mais contacto com a natureza;
– Comer menos quantidade, maior qualidade e fazer jejum noturno de, pelo menos, 12 horas;
– Ter uma microbiota saudável (através de alimentos ou suplementos prebióticos e probióticos);
– Evitar o consumo de açúcar;
– Garantir uma boa higiene do sono;
– Ser ativo fisicamente;
– Controlar o consumo de álcool e evitar o tabaco;
– Garantir uma boa hidratação;
– Ter vida social (estimula a mente);
– E o mais importante, ter bom sentido de humor, até no processo de envelhecimento;
Não se esqueça que nunca é tarde para iniciar este processo, mas quanto mais cedo o fizer, melhor.
Será que todos os hidratos de carbono engordam?
Todos os alimentos que têm quilocalorias, têm o poder de engordar. Mas a realidade é que, das quilocalorias de um alimento, o nosso organismo apenas absorve uma parte.
No caso dos hidratos de carbono, existe o chamado índice glicémico, sendo que o valor mais alto (100) corresponde ao açúcar de mesa, presente em todos os bolos ou doces. Este é o tipo de hidratos de carbono que mais engorda.
Para além disso, quanto menos fibra um alimento tiver, mais este será absorvido.
Com isto, opte por hidratos de carbono complexos e ricos em fibra, e não se esqueça que todas as verduras e o tomate são hidratos de carbono, no entanto, pela quantidade de fibra que têm, praticamente não engordam.
Coma também as frutas inteiras e não em sumos, para não perderem a fibra.
Agora só me falta felicitar o meu filho e colega de trabalho, Eduardo, pelo seu 30° aniversário (hoje não vai ser um dia de dieta) e desejar-vos a todos um fantástico fim-de-semana!
Será que todas as gorduras engordam de igual forma?
A realidade é que, quando falamos em gorduras, associamos logo à ideia de que todas engordam muito, mas não é bem assim. Uma grande parte das gorduras são estruturais e são necessárias para a formação de tecidos, como por exemplo as paredes das células nervosas. Este tipo de gorduras, a não ser que abusemos da sua quantidade, não vão engordar e são benéficas para a saúde.
O outro tipo de gorduras, não estruturais, é que devem ser evitadas porque se depositam diretamente no tecido subcutâneo e/ou intra-abdominal, como é o caso de algumas gorduras saturadas e, principalmente, as sintéticas, como as trans ou hidrogenadas. Estas contribuem mais facilmente para o aumento de peso e, para além disso, são prejudiciais para a saúde.
Tenha um fantástico fim-de-semana (sem gorduras industriais)!