Energia! O que a dá e o que a tira?

Energia! O que a dá e o que a tira?

Energia! O que a dá e o que a tira?

Existem algumas atitudes e comportamentos que nos fazem ter mais energia e ter uma vida mais equilibrada, tais como ler, agradecer, meditar, comer de forma saudável, ter contacto com a natureza, fazer exercício físico, garantir uma boa hidratação, dormir bem e ter metas e objetivos na nossa vida.
Por outro lado, existem também atitudes e comportamentos que nos tiram energia, tais como o sedentarismo, tempo excessivo nas redes sociais, pensar demasiado em determinados problemas, desorganização, comer de forma não saudável, “viver no passado”, não dedicarmos tempo a nós mesmos, e não ter definidas, de forma clara, as metas e objetivos de vida.

Pense em si, cuide de si, organize-se, valorize-se, e verá que a vida irá correr muito melhor.

Tenha um fantástico e energético fim-de-semana!

Qual é o pequeno almoço ideal?

Qual é o pequeno almoço ideal?

Qual é o pequeno almoço ideal?

Atualmente, as nossas vidas são muito sedentárias, mas o pequeno almoço é, culturalmente, muito associado ao consumo de hidratos de carbono, como, por exemplo, pão branco, cereais, bolachas e alguns doces. Este tipo de alimentos dão-nos um pico alto de energia que, rapidamente, pela alta descarga de insulina, o nosso corpo transforma numa hipoglicemia. Consequentemente, de modo a que o nosso organismo consiga normalizar os níveis de açúcar no sangue, o apetite e a vontade de comer aumenta, para que possamos ingerir mais alimentos. É por esta razão que, sempre que ingerimos alimentos ricos em açúcar e hidratos de carbono, o período de saciedade é muito reduzido.

Deste forma, o pequeno-almoço ideal deve ser composto por alimentos ricos em:
– proteína (ovos, lácteos, salmão, atum);
– gorduras de qualidade (kefir, abacate, frutos secos, azeite);
– fruta (em peça e não em forma de sumo ou batidos).

Ficaremos saciados muito mais tempo.
Tenha uma fantástico e equilibrado fim-de-semana!

Vitamina D: novas descobertas

Vitamina D: novas descobertas

Vitamina D: novas descobertas

Mais do que uma Vitamina, podemos considerá-la como um sistema hormonal complexo.
Atua sobre a expressão de mais de 300 genes que controlam processos chave do nosso organismo.
Estes genes influenciam:
– a tensão arterial;
– a defesa contra bactérias e vírus;
– o sistema inflamatório;
– o sistema imunológico;
– a resistência à insulina;
– a absorção de cálcio;
– entre outros…

A inclinação solar, durante os meses de Inverno, faz com que a absorção da Vitamina D não seja tão estimulada e, para além disso, o estilo de vida atual, da maioria da população, tem contribuído para aumentar ainda mais a carência desta vitamina. De forma a contrariar este défice, garanta a exposição solar, sem protetor solar, durante 15 minutos por dia.

Vários estudos recentes confirmam uma relação entre baixos níveis de Vitamina D e o aumento da mortalidade por cancro de cólon e mama. Também se concluiu que a manutenção de uma dose adequada desta vitamina ajuda a travar a “tormenta” (libertação exagerada) de citocinas, em casos de covid, que tem provocado milhares de mortes.
Ter valores óptimos de Vitamina D, melhora a hipertensão, os diabetes, a fertilidade e a microbiota intestinal.

Os níveis de Vitamina D devem estar sempre acima de 30ng/ml, no entanto, em excesso também não são benéficos. Desta forma, a sua suplementação apenas deve ser feita com aconselhamento e prescrição médica.

Tenha um fantástico e solarengo fim-de-semana!

Viver mais e com mais saúde!

Viver mais e com mais saúde!

Viver mais e com mais saúde!

O processo de envelhecimento é inevitável mas é possível viver mais tempo e com melhor qualidade de vida.

Para que isso seja possível, há 10 pontos que são fundamentais:
– Ter mais contacto com a natureza;
– Comer menos quantidade, maior qualidade e fazer jejum noturno de, pelo menos, 12 horas;
– Ter uma microbiota saudável (através de alimentos ou suplementos prebióticos e probióticos);
– Evitar o consumo de açúcar;
– Garantir uma boa higiene do sono;
– Ser ativo fisicamente;
– Controlar o consumo de álcool e evitar o tabaco;
– Garantir uma boa hidratação;
– Ter vida social (estimula a mente);
– E o mais importante, ter bom sentido de humor, até no processo de envelhecimento;

Não se esqueça que nunca é tarde para iniciar este processo, mas quanto mais cedo o fizer, melhor.

Tenha um fantástico fim-de-semana!

Será que todos os hidratos de carbono engordam?

Será que todos os hidratos de carbono engordam?

Será que todos os hidratos de carbono engordam?
Todos os alimentos que têm quilocalorias, têm o poder de engordar. Mas a realidade é que, das quilocalorias de um alimento, o nosso organismo apenas absorve uma parte.
No caso dos hidratos de carbono, existe o chamado índice glicémico, sendo que o valor mais alto (100) corresponde ao açúcar de mesa, presente em todos os bolos ou doces. Este é o tipo de hidratos de carbono que mais engorda.
Para além disso, quanto menos fibra um alimento tiver, mais este será absorvido.
Com isto, opte por hidratos de carbono complexos e ricos em fibra, e não se esqueça que todas as verduras e o tomate são hidratos de carbono, no entanto, pela quantidade de fibra que têm, praticamente não engordam.
Coma também as frutas inteiras e não em sumos, para não perderem a fibra.

Agora só me falta felicitar o meu filho e colega de trabalho, Eduardo, pelo seu 30° aniversário (hoje não vai ser um dia de dieta) e desejar-vos a todos um fantástico fim-de-semana!

Será que todas as gorduras engordam de igual forma?

Será que todas as gorduras engordam de igual forma?

Será que todas as gorduras engordam de igual forma?
A realidade é que, quando falamos em gorduras, associamos logo à ideia de que todas engordam muito, mas não é bem assim. Uma grande parte das gorduras são estruturais e são necessárias para a formação de tecidos, como por exemplo as paredes das células nervosas. Este tipo de gorduras, a não ser que abusemos da sua quantidade, não vão engordar e são benéficas para a saúde.
O outro tipo de gorduras, não estruturais, é que devem ser evitadas porque se depositam diretamente no tecido subcutâneo e/ou intra-abdominal, como é o caso de algumas gorduras saturadas e, principalmente, as sintéticas, como as trans ou hidrogenadas. Estas contribuem mais facilmente para o aumento de peso e, para além disso, são prejudiciais para a saúde.

Tenha um fantástico fim-de-semana (sem gorduras industriais)!