Existe um pão saudável?

Na semana passada falámos do pão branco e dos seus efeitos negativos para a saúde mas, felizmente, existem alternativas muito interessantes.
O pão feito com farinhas integrais fermentadas é rico em pre e probióticos e poderá ser uma alternativa interesante.
Todo o pão que é feito com massa mãe, ou seja, que aproveita o grão inteiro, é rico em fibras e, se para além disto, for feito com uma levedura de fermentação lenta, será muito mais saudável, mais saciante e muito mais nutritivo.
O pão deve ser feito de forma natural, como antigamente, sem aditivos desnecessários.
Procure e verá que encontra.

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Pão branco, devemos evitar?

O pão branco é, de longe, o pão mais consumido. No entanto, este é feito com farinhas refinadas, ou seja, hidratos de carbono refinados que, por sua vez são açúcares refinados. Por esta razão, é muito calórico e, para além disso, tem muito pouco interesse nutricional. Como se trata de farinha refinada e não tem fibra, a absorção do açúcar é feita muito rapidamente, estimulando a produção de insulina, transforma o açúcar em gordura e produz, posteriormente, mais fome. Pelo facto de não ter fibra, garante pouca saciedade. Para além disso, quando o pão é introduzido nas refeições principais, a tendência é comer em maior quantidade, uma vez que tipicamente o adicionamos a outros hidratos de carbono, tais como, o arroz, a massa ou a batata.
Há estudos que o relacionam com o síndrome metabólico, (hipertensão, colesterol e diabetes).
Na próxima semana falaremos de alternativas mais saudáveis.

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Telemóvel e quilos a mais

O telemóvel passou a ser uma extensão de nós próprios, e assim está a ser o início dos seres humanos biónicos.
Quando utilizamos o telemóvel durante as refeições, não temos a consciência plena do acto de comer, actuamos em modo automático e não desfrutamos os sabores e o momento da refeição. Deste modo, convertemos a necessidade de comer numa espécie de fome emocional. Consequentemente, comemos mais rápido, não nos sentimos saciados e acabamos por comer em maior quantidade. Podemos até engasgar-nos.
Para contrariar isso, devemos prestar atenção ao que estamos a fazer, mastigar de forma correta e suficiente, os alimentos e aprender a separar os espaços e os tempos de cada actividade.

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Ácido Folico só na gravidez?

A suplementação de Ácido Fólico ou Vitamina B-9 é muito importante durante a gravidez, mas não só. É fundamental para o desenvolvimento de novas células e, especialmente, de glóbulos vermelhos, encarregados de fornecer oxigénio a todo o nosso corpo. Para além disso, previne patologias cerebrais e vertebrais congénitas.
E desta forma, percebemos a sua importância, em qualquer idade.
Devemos garantir que não existem carências de Ácido Fólico. Se necessário devemos suplementar, no entanto o ideal é ingerir alimentos ricos no mesmo, como por exemplo, a soja, feijão preto, nabo, espinafres e brócolos.

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Quão importante é a Vitamina C?

Quando falamos em vitamina C, pensamos logo na sua eficácia contra as constipações. Mas na realidade é muito mais que um bom estimulante do sistema imunológico, é também um potente antioxidante, que vai melhorar a saúde e atrasar o processo de envelhecimento, ajuda na formação de colagénio, potente reparador de tecidos, muito importante para a saúde articular e para a pele, entre outras. Fundamental para produzir certos neurotransmissores, com os seus importantes beneficios no sistema neurológico.
Muito bem tolerado, até 2 gr/dia, mas o seu excesso pode produzir acúmulos indesejados de ferro.
As fontes mais importantes são o sumo de acerola (destacado primer lugar) e logo a seguir o pimento amarelo. Também são importantes a uva passa, tomate, kiwi, papaia, laranja, morango, brócoli e couve-flor.

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A importância do Magnésio

O magnésio é um mediador de mais de 300 reações enzimáticas e para além disso, a sua carência pode provocar problemas de contração cardíaca, hipertensão arterial, ansiedade, diabetes, falta de memória, insónia, cãibras e até dificuldade intestinal.
Os diabéticos têm deficiência de magnésio mais facilmente e, pelo facto de fazerem uma alimentação pobre em carboidratos ou cetogénicas, aumentam ainda mais esta possibilidade.
Com défice calórico severo ou quando a alimentação não é adequada, temos que procurar fórmulas com uma boa biodisponibilidade de magnésio, como o Gluconato, Citrato ou Glicinato de Magnésio.
Uma dosagem média adequada, seriam uns 200 mg de magnésio elemental, ou seja, a quantidade de magnésio mesmo. Mas esta decisão deve sempre ter o acompanhamento do seu médico ou nutricionista.
O ideal será incluir alimentos ricos em magnésio como as Pevides de abóbora, castanha de pará, gergelim, linhaça, cajú, amendoim, amêndoas, aveia, espinafres, edamames, entre outros.

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